Movimento de Cursilhos de Cristandade

Movimento de Cursilhos de Cristandade
Grupo Diocesano Executivo de Taguatinga-df

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

São João Bosco


São João Bosco, um homem voltado para o céu
Nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas 2 anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.

Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo.

Dom Bosco, criador dos oratórios; catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.

Para a Igreja e para todos nós, é um grande intercessor, porque viveu a intimidade com Nosso Senhor. Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.

São João Bosco, rogai por nós!


segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Santo Tomás de Aquino


Agradeço a Deus por nos ter dado a oportunidade de compartilhar esses dias e viver novamente esta Jornada Mundial da Juventude. Obrigado a todas as pessoas que nos apoiaram com suas orações e que colaboraram com seu compromisso e seu trabalho, agora Vão e Testemunhem o que vocês viram e ouviram, não com muitas palavras, mas com gestos simples e cotidianos. Não sei se estarei na próxima JMJ, mas Pedro certamente estará lá e confirmará vocês na fé. #Panama2019

- Papa Francisco -
JAN 27/28, 2019


sexta-feira, 25 de janeiro de 2019


A Escola Vivencial e o caminho de Santificação
Parte 1
   A Campanha da Fraternidade, esse ano de 2019, abre para nós, cristãos comprometidos, grandes oportunidades para uma ação apostólica afetiva e efetiva, pois nos convida a refletir sobre importância das políticas públicas, como meio de assegurar as condições mais elementares para construção e manutenção da sociedade, de modo que as pessoas possam viver dignamente nas suas várias realidades. Com o Tema: Fraternidade e políticas públicas e o Lema: "Serás libertado pelo direito e pela justiça" (Is 1,27), descortina-se diante de nós um leque de realidades que são verdadeiros campos de ação apostólica a partir do compromisso e do testemunho pessoal que reflete na dimensão coletiva e social, de modo a ajudar a comunidade cristã a acolher o Dom maior que Deus nos deu em Jesus Cristo e fazê-lo frutificar em nossa vida, em nossos ambientes e nas estruturas do mundo que nos cerca, produzindo os mesmos frutos que aqueles  produzidos na vida dos Apóstolos: a fidelidade, a compaixão, o perdão, a fraternidade, o amor, o anúncio, a coragem , a justiça e a paz.
    Essa é a única herança que Jesus nos deixou, essa é a nossa vocação fundamental e essa é a única riqueza que temos a oferecer ao mundo de aqui e agora. Difícil compreender que o Brasil, o maior país católico do mundo, tenha em tão alto grau a desigualdade social, a injustiça e a corrupção, sendo esta uma fogueira que queima e destrói as esperanças, as oportunidades e a dignidade de famílias inteiras, de jovens pobres, cujos sonhos desaparecem como folhas secas jogadas ao fogo. Não precisamos fazer um esforço muito grande para ver que está em jogo, aqui, milhões de pessoas no seu nível mais básico e elementar: alimento, saúde, educação...
Lucília Alves Cunha
Membro do Grupo de Apoio do GEN
lucilia.cunha@uol.com.br